Como nascem as bikes sob medida

12/06/2014 19:18

 

Bicicletas artesanais - Klaus Poloni

Klaus Poloni é um dos mais conhecidos framebuilders do Brasil

O sonho de uma bicicleta feita sob medida não é privilégio apenas de europeus e norte-americanos. O Brasil tem construtores de quadros famosos e muito capacitados que atendem os ciclistas mais exigentes e que apreciam o charme e a exclusividade de uma peça única e com a sua cara. Uma bike projetada especialmente para as necessidades de um ciclista deve ser antes de tudo uma obra de arte. Como um pintor ou escultor, cada framebuilder (construtor de quadros em inglês) tem seu estilo e métodos de trabalho próprios e muitas vezes bem peculiares.

Quem recorre a esses raros profissionais está em busca de algo fora do padrão e que jamais poderia ter sido produzido na correria de uma linha de montagem. Uma bike feita a mão dá ao ciclista total poder de escolha, do material dos tubos, dos componentes e, principalmente da geometria, que é vai determinar o “caráter” da bicicleta.

Quem procura um framebuilder geralmente já experimentou diversas marcas, mas por algum motivo não se adaptou. Há também ciclistas que possuem medidas antropométricas um pouco raras (perna muito comprida ou curta, tronco comprido, braços curtos) e que não se ajustam nas bikes do mercado.

Klaus Poloni - Bikes Artesanais - Sob Medida

Uma bike com a assinatura de Poloni

Outro tipo comum é a pessoa que deseja uma bike resistente e confortável. “Muita gente já teve quadros de aço, depois de alumínio, aí ‘evoluíram’ para o titânio e depois para o carbono e agora querem algo duradouro e especial. Quem compra fibra de carbono não é meu cliente”, explica Klaus Poloni, um dos mais conhecidos framebuilders do Brasil. A exclusividade tem seu preço e uma bike feita sob medida não é exatamente um produto econômico.

Framebuilderes são raros em qualquer parte do mundo e também no Brasil. Chamados de telaistas na Itália (telaio é quadro em italiano), esses profissionais são obrigatórios em toda empresa que produz bicicletas. Afinal, é o framebuilder quem vai desenvolver os protótipos, fazer ajustes e ajudar os designers e engenheiros no desenvolvimento de novos quadros.

Um framebuilder é antes de tudo um artista. É necessário habilidades como serrar e soldar metais com precisão, trabalhar com medidas ínfimas e ferramentas de corte. Ter mão boa com a solda e com a lima são fundamentais e, nesse aspecto, o ofício lembra muito o do luthier – o profissional que faz instrumentos musicais com corda – e o do restaurador. O trabalho do framebuilder requer também espaço físico. Algumas máquinas como fresadoras e tornos são grandes.

O equipamento fundamental que todo construtor de quadros tem que ter é o gabarito, um dispositivo mecânico normalmente feito em aço e que serve para o posicionar e alinhar os tubos na hora da soldagem. Para construir um quadro também é necessário pelo menos uma máquina de solda oxiacetileno, além de serras, machos, limas e outras ferramentas menos específicas. Assim como o restaurador, é importante que exista uma boa sintonia entre cliente e o artista, pois o profissional vai usar as informações que você transmitiu. O que você espera de uma bicicleta artesanal depende muito da conversa inicial com o framebuilder.

A soberania do cromo
O material mais utilizado em quadros artesanais é o aço com liga de cromo-molibdênio, ou simplesmente, cromo. “O alumínio exige um controle muito grande na hora do tratamento térmico, com processos que duram até 8 horas na temperatura controlada de 150 graus. E isso é complicado”, ensina Klaus Poloni.

As marcas mais comuns nesse mercado de tubos de cromo são Columbus, Dedacciai, True Temper, Kaisei, Reynolds, Tange e KVA. Cada tubo tem suas próprias características, com paredes, diâmetros e ligas diferentes, incluindo tubos feitos de aço inoxidável e de espessura variável.

“Um quadro de cromo feito com tubos de inox Reynolds 953 de paredes bem finas (3 décimos de milímetro) pesa 1.400 gramas. É o mesmo material usado em blindagem de aviões”, explica Poloni.

Filete ou luva

Klaus Poloni - Bikes Artesanais sob medida

Detalhe do fino acabamento de quadro cachimbado feito por Poloni

Existem duas formas de se construir um quadro de cromo. Uma delas usa Lugs (chamados no Brasil de cachimbos ou luvas), que são conexões onde encaixam os tubos. O espaço entre as luvas e os tubos é preenchido com solda a prata ou bronze. Outra forma de se unir os tubos é fazendo-se um recorte na extremidade de cada um deles e que posteriormente são unidos com um filete de solda num processo que se chama fillet-brazing.

O filete de solda pode receber acabamento ou não. Esse método é o preferido de Poloni e de muitos outros construtores com mãos boas para a solda. “Soldar bem a mão pode levar até cinco anos de dedicação. Eu treinei bastante com tubos de aço normal e assim que cheguei num nível que achei satisfatório passei a construir quadros para vender”, conta Poloni.

Em geral, construir um quadro usando filett-brazing é mais rápido, pois permite mais liberdade de geometria. Quadros cachimbados exigem mais tempo e limitam a geometria por conta do ângulo das luvas que já vem pronto de fábrica. O fillet-brazing exige controle da chama.

“Calor demais pode destemperar o tubo, alterar suas características e fragilizar o quadro”, ensina Ronaldo Huhm, que aprendeu a arte de framebuilding na United Bicycle Institute, em Ashland, nos Estados Unidos, e já fez dois quadros com tubos Columbus para uso próprio. Atualmente Huhm trabalha em tempo integral para uma grande empresa do setor de componentes, mas cultiva o framebuilding como hobby e pensa em voltar a produzir no futuro.

Quem quer começar na profissão de framebuilder precisa investir em equipamentos básicos como equipamento de solda oxiacetileno, solda TIG, serra de copo, jogo de boas limas e serras e, claro, num bom gabarito, que vai custar no mínimo US$ 2.500 nos Estados Unidos. Ou seja, com menos de R$ 10 mil já é possível começar um pequeno negócio. “É importante sempre investir em máquinas e ferramentas que aceleram o processo e melhoram o acabamento do produto”, diz Huhm.

Solda e lima com arte

Klaus Poloni - Bikes Artesanais sob medida

Precisão é fundamental na construção de um quadro

Descendente de italianos e alemães, o técnico em mecânica e expert em soldas Klaus Poloni é uma referência nacional quando o assunto é bike sob medida e já fez mais de 50 quadros com seu nome para clientes do Brasil todo. Artista de mão cheia, Poloni usa a lima e o bico do maçarico como ferramentas que produzem arte em forma de quadros artesanais.

Em sua oficina na cidade de Pedreira, no interior paulista, além de bikes encontramos uma infinidade de peças metálicas trazidas por ciclistas e indústrias da região em busca de uma de suas especialidades: soldas especiais. Motores de motocicleta e carcaças de motores VW a ar – feitos em magnésio – são muito comuns por ali e ele é um dos poucos profissionais que soldam titânio no Brasil.

Aos 49 anos, Klaus Poloni é um apaixonado por bikes e ciclista dos primórdios do mountain bike no Brasil. Numa viagem aos EUA em 1989, conheceu Les Welch, um mecânico de bikes que conhecia muito sobre quadros e geometria. Quando retornou ao Brasil, Poloni trouxe alguns jogos de tubos Columbus e começou a construir quadros sob medida. Antes, é claro, treinou bastante com tubos de aço normais e de menor valor. “Como não havia internet, o jeito era buscar informações em bibliotecas, livros e revistas importadas”, conta.

Já que no Brasil só existiam gabaritos italianos, Poloni construiu o próprio. “O gabarito foi construído durante anos a fio e está sempre em evolução. A falta de equipamento que se tem no Brasil faz com que tudo seja mais demorado”. Houve uma época em que era possível comprar no Brasil peças e ferramentas para se produzir um quadro artesanal e empresas como a Takaciclo investiam nesse mercado e traziam ferramentas e cachimbos para essa finalidade. O gabarito de Poloni aceita quadros nos tamanhos de 48 até 63cm.

A encomenda de um quadro sob medida começa com uma conversa, que pode ser por telefone ou de preferência pessoalmente. “Procuro entender por que o cliente quer a bike, qual vai ser o uso dela. Tenho que saber a filosofia do cliente em relação ao ciclismo. Podemos ter irmãos gêmeos idênticos, mas que têm filosofias diferentes de pedalada. Não necessariamente um cara tranquilo anda menos que outro mais agitado e vice-versa”, explica. As medidas antropométricas da perna, braço, troncos e o peso do ciclista são anotadas e tudo começa com o desenho na prancheta.

Poloni é da escola antiga e gosta mesmo do processo fillet-brazing que valoriza suas habilidades de soldador e deixa o quadro mais resistente. Quadros cachimbados também são produzidos. O preço de um quadro de cromo-molibdênio de dupla espessura (soldado com bronze ou TIG) é a partir de R$ 3.700,00, sem o garfo, que sai por R$ 900. O prazo médio para a entrega é de pelo menos 3 meses, mas já houve casos de levar até um ano para a entrega ao cliente. www.facebook.com/klauswpoloni

Flávio Nonato

Bikes Artesanais sob medida - Tre3e

Um belo quadro da marca paulistana Tre3e

O paulistano fundador da Tre3e Cycles é um framebuilder especializado em fixas e que domina a técnica de construção de quadros. Nonato, que viveu longos anos na Inglaterra e tem a experiência de trabalhar como bike courier na capital britânica, fez cursos de 80 horas nas escolas Dave Yates Cycles e na Downland Cycles, mas admite que o conhecimento venha mesmo com a prática.

“Digamos que a escola é apenas uma empurrão, depois disso depende literamente de você. Eu creio que 90% dos alunos que fazem o curso somente para terem o prazer de dizer que construiu uma bike”. Fã confesso de Klaus Poloni, Nonato já construiu 11 quadros, recuperou outros 25, todos de cromo-molibdênio. Atualmente o empresário se dedica à produção de quadros customizados no Brasil e trabalha no desenvolvimento do projeto “Jaws 2.2”, um frame-set com geometria especial para o bike-polo com tubos Reynolds 953. www.tre3e.com.br

Delícia de aço

Bikes Artesanais sob medida - Cardoso Cycles

Denis Cardoso em seu ateliê Foto: Fabio Piva

Desde 2012, a Cardoso Cycles, fundada pelo desenhista industrial Denis Cardoso, de 39 anos, já produziu mais de 20 bikes entre modelos Touring, 29er e estradeiras. O nome da empresa localizada em Santo Amaro, na capital paulista, é uma homenagem ao framebuilder Fabio Yoshimoto, proprietário da Saga que faleceu em fevereiro de 2011. “Trabalhei com o Fabio numa grande fábrica de bicicletas e aprendi muito. Ele me chamava de Cardoso”, conta Denis Cardoso que estudou na Oregon Bicycle Institude, nos Estados Unidos. O curso leva 15 dias, com jornadas diárias de oito horas, com avaliações diárias e o aluno aprende a fazer quadros de cromo, alumínio e titânio.

Cardoso já fez muitos quadros de alumínio (em parceria com Yoshimoto foram 30), mas atualmente se dedica ao cromo-molibdênio. “É uma delícia trabalhar com aço. Aço faz curvas, alumínio é chato”, resume Cardoso.

Cardoso constrói quadros com a técnica do fillet-brazing ou com cachimbos. “Eu desenho com o auxílio do programa Bikecad. O desenho serve para mostrar para o cliente e também para começar a produção do quadro e cortar os tubos”. Discípulo de Poloni, Cardoso orgulha-se em fazer a bike totalmente a mão. “De máquina elétrica, só usamos a furadeira. Todo o resto é feito com a habilidade das mãos em ferramentas simples como serra, lima e machos”.

O público que procura o artesão é bem variado e não necessariamente por ciclistas mais velhos e exigentes, mas que gostam da ideia de possuir uma bike feita sob medida. São estradeiros, mountain bikers e muitos ciclistas urbanos que vão usar a Cardoso para ir ao trabalho.

Como todo framebuilder, tudo começa com uma entrevista para saber o propósito da bicicleta e em seguida são tiradas as medidas do interessado. Para se ter uma ideia, um quadro sai pelo equivalente a mil dólares já com a pintura. Se for cachimbado o valor é um pouco maior. O prazo de entrega é de pelo menos 60 dias. http://cardosocycles.com

Herança do avô

Bikes artesanais sob medida - Igor Miyamura

Miyamuara constrói quadros para várias modalidades

O designer Igor Miyamura é um dos mais conhecidos e conceituados framebuilders do Brasil com um extenso currículo de aproximadamente mil quadros construídos desde 1993. Apesar do sobrenome japonês, Igor aprendeu o ofício do avô português, que trouxe a arte de Portugal e imigrou nos anos 50 para o Brasil, com passagem pela Argentina. Com a escassez dos tubos na medida 1 x 1/8” no mercado brasileiro, o avô acabou deixando a profissão. “Até 1996, os tubos de cromo 1 x 1/8” eram encontrados no Brasil. Depois de 2000, essa medida sumiu do mercado e paramos com os quadros artesanais”, conta.

Miyamura, atualmente com 33 anos, aperfeiçoou a técnica estudando por conta própria em livros, revistas e pela internet e desde 2009 vive exclusivamente de fazer quadros artesanais com uma produção mensal entre 10 e 15 quadros. “Nos últimos três anos, tivemos muito pedidos de bikes fixas. Já trabalhei com alumínio e fiz todo tipo de bike, menos BMX. Já fiz muita ciclocross, bike de cicloturismo, mountain bike com rodas 26, 27.5 e 29, além de estradeiras, pisteiras e algumas bikes de trial de aro 24 e 26”, conta.

O estúdio de Miyamura é um dos mais completos do Brasil. Do avô, ele herdou um gabarito e ele mesmo desenvolveu outro. O local conta ainda com uma mesa de alinhamento da marca japonesa Mitutoyo, referência em instrumentos de medição. Uma fresadora de 1883 em perfeito funcionamento revela que Miyamura se preocupa com a qualidade e funcionalidade, mais do que com tecnologia de última geração.

“Pelo tipo físico da média nacional, o brasileiro precisa de uma bike mais alta do que longa”, explica Miyamura, que prefere usar tubos da marca True Temper com a técnica do fillet-brazing. Um quadro custa de R$ 1.050,00 a R$ 1.450,00 (tubos True Temper S3), dependendo do tubo e dos detalhes da pintura. Quadros cachimbados com soldas feitas com prata também são produzidos e têm um acréscimo de R$ 600,00. “As luvas limitam a geometria, pois os lugs já vêm com o ângulo definido para a caixa de direção, tubo do selim e do movimento central”, explica. O prazo para entrega é de 90 dias em média e depende bastante da fila de espera. www.igormiyamura.blogspot.com.br

Bambu, mamona e cânhamo

Artesanais sob medida - Bike de Bambu - Klaus Volkmann

Um dos modelos de Klaus Volkmann: originalidade com bambu

O músico gaúcho Klaus Volkmann da Arte Bike Bambu produz bikes artesanais de bambu há pelo menos sete anos. A vantagem do bambu, além de ser ecologicamente correto, é o fato de ser mais leve que o aço, resistente, não enferruja e chama a atenção por onde passa por sua originalidade e exclusividade. Com mais de 20 bikes construídas, o artista de 28 anos sempre gostou de bicicleta e é autodidata na arte de construir quadros.

“Um amigo meu comprou uma bike customizada, mas eu não queria apenas comprar, queria fazer uma bike que fosse do meu gosto. Escolhi o bambu como matéria-prima. Pesquisei muito e fui testando”. Volkmann desenvolveu a própria tecnologia de aplicação de resinas e colas, do tratamento do bambu e até da escolha do bambu certo para ser colhido na lua minguante.

“O bambu ideal tem entre 3 e 5 anos. Eu conheço o bambu certo pelo som”, garante o músico. Depois de pronto, o quadro recebe um tratamento impermeabilizante por dentro e por fora com um produto à base de mamona. Outra vantagem do bambu é que absorve as vibrações vindas do asfalto e deixa a pedalada bastante prazerosa, tanto que Volkmann já fez longas cicloviagens. Com uma reclinada de bambu o gaúcho rodou 1.400km de Bariloche até o extremo Sul do Chile pela temida Carretera Austral. São duráveis? “Sim, mais do que nós”, garante Volkmann.

Um quadro de bambu pesa ao redor de 2kg e o artista faz mountain bikes, estradeiras, reclinadas e fixas. Bikes completas custam a partir de R$ 2.400,00  com componentes Shimano e peças consagradas. A gancheira é de alumínio 7075 e a caixaria é feita por um torneiro e posteriormente é fixada no quadro com a ajuda de resina vegetal de mamona e fibras de cânhamo. O prazo normal de entrega é de um mês.www.facebook.com/ArtBikeBamboo

Bikes artesanais feitas sob medida - Feira NAHBS

Bikes artesanais em exposição na feira NAHBS

Tudo a mão
Nos Estados Unidos a feira NAHBS (North American Handmade Bicycle Show) é inteiramente dedicada a construtores de bicicletas artesanais e é realizada desde 2005. A primeira edição do evento reuniu 23 expositores em Houston, no Texas, e teve 700 visitantes. A feira é itinerante e a cada ano é realizada em alguma cidade norte-americana. Em 2013, a NAHBS reuniu em Denver, no Colorado, mais de 7 mil visitantes que prestigiaram o trabalho de 200 expositores.

Além do trabalho dos artesãos e designers, a feira reúne fornecedores de componentes, fabricantes de tubos e outros insumos, ferramentas e máquinas para produção de quadros. O evento conta também com a presença dos grandes fabricantes de componentes ciclísticos como Shimano e Campagnolo. Em 2014, a NAHBS será entre os dias 14 e 16 de março, em Charlotte, no estado da Carolina do Norte.http://2014.handmadebicycleshow.com

Joia de madeira

Bikes artesanais de madeira - Sanomagic

Sanomagic: bicicletas de madeira que são obras de arte

O japonês Sueshiro Sano constrói bicicletas de madeira que são verdadeiras obras de arte. Sano pertence a uma família de carpinteiros navais com mais de 200 anos de tradição em Tóquio. Todas as bicicletas são feitas com mogno importado de Honduras e cada bike é customizada para o cliente. A madeira é a matéria-prima dos aros, canote, mesa, guidão, suporte de caramanhola e até do selim. Cada bike leva pelo menos três meses para ser produzida e pode custar até US$ 20 mil. http://tinyurl.com/myn6ayl

Bikes sob medida - Schwinn Paramount

A edição limitada da Schwinn Paramount: 25 bikes produzidas a mão

Paramount para poucos
Para atender ao público que gosta de exclusividade, a Schwinn, uma das mais antigas marcas de bicicletas do mundo, comemorou os 75 anos do consagrado modelo Paramount com uma edição limitada de 25 bicicletas. As bikes são produzidas a mão pela Waterford Precision Cycles, onde a Paramount foi fabricada de 1938 até o final dos anos 1990. A bike é feita sob medida e o comprador tem três opções de tubos que são unidos com cachimbos de aço inox e com detalhes exclusivos em baixo relevo.

O cliente pode ainda escolher o tamanho das rodas, os adesivos decorativos e a passagem dos conduítes, que podem ser embutidos ou para o grupo Shimano Di2 eletrônico. Todo comprador tem também o direito de ir pessoalmente até a fábrica para fazer o bike fitting. Mais informações no sitehttp://schwinnparamount75th.com

Edicao Bike Magazine o Bike Action.

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